Atendimento especializado e com foco na saúde e qualidade de vida é um dos diferenciais do Espaço Sete

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Criança com deficiência de pé com parapódium, indo pegar um brinquedo em uma clínica de terapias

Criado em 2009, o Espaço SETE trouxe como proposta abordar uma nova postura para cuidar da saúde – daí o nome “SETE”: S de saúde, E de esporte, T de terapias e E de especializadas –  deu tão certo, juntamente com uma equipe multidisciplinar que mantivesse a atenção individualizada em cada paciente.

Atualmente, a clínica conta com três unidades na cidade de São Paulo, agregando além da reabilitação neurofuncional (fisioterapia, terapia ocupacional, fonoaudiologia, musicoterapia, pedagogia, psicoterapia e natação adaptada), outras áreas de atuação, como pilates, fisioterapia ortopédica e esportiva, e treinamento funcional. “Com a demanda cada vez maior e a dificuldade das pessoas de diferentes regiões de São Paulo se deslocarem, surgiu a necessidade de atender também a região Sul e, em 2015, inauguramos a unidade da clínica no Brooklin”, explica a fisioterapeuta Carla Gomes Zanardi*, uma dos quatro sócios da rede. “Mantemos o alinhamento constante das equipes de ambas as unidades para seguirmos a excelência em nosso atendimento de forma padronizada, sempre respeitando, acima de tudo, o indivíduo em seu contexto familiar”, diz a fisioterapeuta Rebeca Santos Rehder**, uma das proprietárias.

Um dos diferenciais do Espaço Sete, segundo ela, é o atendimento interdisciplinar nas sessões: “um paciente que precisa de sessões de fonoaudiologia, por ter necessidades complexas de comunicação, e faz ao mesmo tempo atendimento com a fisioterapia, pode ter melhor aproveitamento dos recursos, por exemplo, de alta tecnologia, uma vez que estará melhor posicionado para conseguir utilizar o rastreador ocular. Afinal, de nada adianta um recurso tecnológico se o paciente não está bem posicionado para utilizá-lo no seu máximo potencial. Por mais que as famílias, em um primeiro momento, possam entender como gasto a mais por duas terapias integradas, a longo prazo significa o contrário, pois a interdisciplinaridade otimiza a aprendizagem”, explica. De acordo com a especialista, vale considerar que quando as terapias acontecem separadamente o resultado pode não ser potencializado, em casos onde a postura precisa ser corrigida para melhor aproveitamento do recurso, bem alinhado o paciente poderá ter até mesmo áreas do cérebro mais despertadas e a criança se sente mais motivada a realizar a terapia. 

O Espaço Sete é equipado com diversos recursos de Comunicação Aumentativa e Alternativa (CAA), como de baixa, média e alta tecnologia da Tobii Dynavox, que, segundo Carla, chegaram há cerca de três anos em ambas as unidades. Rebeca fala ainda sobre a importância da comunicação alternativa: “A comunicação é muitas vezes o ponto de partida para a criança se desenvolver em todas as outras áreas. Então, dar voz a ela é dar o poder de se comunicar e esse é um direito que deve ser pra todos e deve ser de interesse de todas as áreas de atuação, não só da fonoaudiologia, pois as crianças com demandas complexas de comunicação precisam ser ouvidas em todas as intervenções”, diz.

“Toda criança tem direito de escolha e se comunicar é dar o direito a ela de expressar suas preferências. Temos que dar ferramentas, por meio da CAA, para que essas crianças sejam entendidas”, acredita Carla. Complementa Rebeca: “E que sejam entendidas por todos, quão libertador é essa criança ser entendida por todo mundo, dentro e fora da sua casa. Então que essa comunicação seja universal e compreendida por todos, pois é uma forma de respeito pela criança, abrindo janelas da interação social para que ela seja acolhida. A CAA é a própria acessibilidade”.

A clínica oferece ainda terapia assistida por cães, uma especialidade da área da Terapia Ocupacional que utiliza o animal como mediador do processo terapêutico – seja do próprio paciente ou cão terapeuta, como estímulo ao movimento e à comunicação pelo contato com o animal.  

O Espaço Sete disponibiliza ainda uma unidade no Itaim Bibi, em São Paulo, específica de cuidados ortopédicos e a equipe de fisioterapia tem como paciente a atleta da Seleção Brasileira de Natação Ana Marcela Cunha, medalha de ouro na Maratona Aquática nas Olimpíadas de Tokyo 2020. Sob direção dos fisioterapeutas Alexander Rehder e Francis Nassar, este setor atende desde atletas profissionais e amadores, como também pessoas com diversas queixas ortopédicas e de lesões musculares. 

Na unidade do Brooklin, a equipe é formada por sete fisioterapeutas, sete terapeutas ocupacionais, cinco fonoaudiólogos, três pedagogas, três psicólogas e duas musicoterapeutas. E uma área voltada ao atendimento de pacientes com autismo está sendo construída e a previsão é que seja inaugurada em dezembro. “Estamos recebendo uma grande demanda de pessoas com autismo e, como forma de tornar a reabilitação ainda melhor, decidimos montar uma área com recursos específicos, composta por setores de atividades funcionais, como também Integração Sensorial”,  explica Carla.

Já no Espaço Sete Perdizes, são 11 fisioterapeutas, quatro terapeutas ocupacionais, uma pedagoga, uma psicóloga, duas musicoterapeutas, dois educadores físicos (natação adaptada). A unidade conta ainda com um setor específico de fisioterapia ortopédica, com três fisioterapeutas, e um setor de pilates com um fisioterapeuta e um educador físico.

Para mais informações:
https://www.instagram.com/espacosete/

Unidades:
Av. Professor Alfonso Bovero, 377 – Perdizes/SP
R. Barão do Triunfo, 88 – 14º andar – Brooklin/SP

Unidade de fisioterapia ortopédica e esportiva:
Rua Dr. Renato Paes de Barros, 804 – Itaim Bibi/SP

*Carla Gomes Zanardi tem Graduação em Fisioterapia pela Universidade Cidade de São Paulo (2008). Especialização em Reabilitação Neurológica Pediátrica pela Unicamp (2009/2010) Formação em Therasuit Básico e Avançado (EUA), Pediasuit / SuitTherapy (USA), Conceito Neuroevolutivo Bobath, Terapia por Contensão induzida (TCI), Theratog Níveis I e II, formação em Reabilitação na Paralisia Cerebral/Serial Casting, com Beverly Cusick, Alberta Infant Motor Scale, Hippoterapia, Balance e Hidroterapia. Participação e apresentação de trabalho científico em diversos Congressos e eventos nacionais e internacionais.

**Rebeca Santos Rehder possui graduação em Fisioterapia pela Universidade Paulista (2002), pós-graduação em Reabilitação Neurológica pela UniFMU (2003) e em Terapias Manuais pela UMC (2004), formação no Conceito Neuroevolutivo Bobath (2007), Curso Avançado de Manuseios e Facilitação, Integração Sensorial e Recursos Terapêuticos (2007), Curso Avançado – Avaliação e Tratamento de crianças com níveis GMFCS IV e V: Ênfase nos resultados funcionais, Pediasuit – Suit Therapy (Flórida/USA) em 2012. Cursos de formação nas áreas de Avaliação Funcional na Deficiência Visual Cortical, Alberta Infant Motor Scale, Test of Infant Motor Performance – TIMP, MAAF – Manuseio e Adequação de Atividades Funcionais, Terapia Motora Cognitiva, Bandagem Elástica Funcional – Kinesio e Dynamic Taping, Theratogs Níveis 1 e 2, Treinamento Funcional Core360 Fases 1,2,3 e 4, Treinamento Funcional para Cadeirantes, Treino de Marcha Suspensa, Gameterapia – Wii terapia e Kinect Xbox 360, Psicomotricidade GAE (2005), Equoterapia AndeBrasil (2001), Hippoterapia (2003). Participação e apresentações de trabalhos científicos em Congressos Nacionais e Internacionais.

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